Robalo, Dourada, Sargo, Pargo, Mero e Besugo


Robalo, Dourada, Sargo, Pargo, Mero e Besugo

São peixes de carne saborosa, branca e firme. São óptimos – grelhados no carvão ou no forno com ervas aromáticas, assado no forno em cama de cebola, tomate, pimentos e aipo ou cozido ao vapor.

Robalo

Robalo 

Robalo pode se referir a diversas espécies de peixes dos gêneros:

Os robalos são peixes de água salgada, embora migrem, com a finalidade de procriação e alimentação para estuários, manguezais, braços de rio de água salobra, são também encontrados em água doce. Têm um corpo alongado e comprido. Alimentam-se de pequenos peixes e crustáceos, especialmente camarões e caranguejos. Preferem águas correntes, limpas e sombreadas, onde ficam próximos ao fundo. A cor do dorso é acinzentada com reflexos prateados e o ventre é esbranquiçado. A desova do robalo é entre janeiro e março.

O robalo-flecha é o maior da família com 1,2 m de comprimento total e 25 kg. O robalo-peva é menor, alcançando 50 cm de comprimento e 5 kg. O robalo normal alcança 1 m e 11 kg.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Robalo

O Robalo, ou mesmo uma das suas espécies norte-americanas – Robalo Listado, Negro ou das Rochas –  ou também o Robalo Prateado do Mediterrâneo e das águas mais quentes do norte da Europa,  é um excelente peixe para uma esplêndida comida caseira. Presta-se para quase todos os métodos de cozinhar. É muito bom grelhado no carvão ou assado no forno. É esplêndido cozido ao vapor sobre cama de cebola, alho, cenoura e alho francês.

Dourada

Foto de: Gianni Neto (nocastravels.blogspot.com)

A dourada é um peixe de corpo compacto, de cor prateada com uma mancha dourada de cada lado da face. Tem a carne firme mas suculenta e de sabor muito agradável, quer grelhada no carvão, frita ou cozida. É mais saborosa e suculenta no verão.

Sparus aurata é um peixe da família Sparidae. O seu nome vulgar em Portugal é “dourada”, sendo bastante apreciado na alimentação.

Pode atingir os 70 cm de comprimento.

Dourada é ainda o nome comum partilhado por várias espécies de peixes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Dourada

É um peixe de ventre prateado e dorso acinzentado, com mancha negra por cima do opérculo e mancha dourada entre os olhos, envolvida por duas zonas escuras. Lábios grossos e dentes frontais fortes e aguçados.

Habita fundos rochosos do sublitoral.

Alimenta-se de invertebrados e peixes.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sparus_aurata

Imagem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sparus_aurata

Sargo

Sargo veado (Diplodus cervinus cervinus)

Fonte da imagem: lrg_Diplodus_cervinus_cervinus_Abilio_Leitao.jpg

oceanario.pt

Sargo-safia

Fonte da imagem: sargo_safia.jpg

pesca-embarcada.com

Pode atingir até 25 cm de comprimento e 3,5 kg, há várias especies de sargo como o sargo legítimo, o sargo veado e o olho-de-boi ou safia. Muito frequente nas nossas costas em fundos rochosos e também fundos de areia onde é menos frequente. O sargo é um peixe marisqueiro. Pescar com facilidade o sargo, exige que o pescador vá  munido de iscos como a gamba e o camarão. No entanto também se obtêm bons resultados iscando com vermes e moluscos bivalves nomeadamente o berbigão e o caranguejo mole e o de dois cascos. É pescado à bóia e ao fundo em qualquer altura do ano, sendo condições boas, por excelência, para pescar os maiores as marés vivas e os pesqueiros de fundo rochoso. O sargo é um peixe da classe dos osteíctios (peixe com esqueleto ósseo), da ordem dos teleósteos (com esqueleto ossificado e com escamas), e da família dos esparídeos. É conhecido em Portugal também por bicudo, choupa, olho-de-boi, alcarraz e mucharra, e, em outros países da Europa, por bindenbrassen (Alemanha), sargo (Espanha), sarge commun (França), blacktail (Inglaterra), sarago (Itália).                    

imagens:  http://pescasalgada.no.sapo.pt/sargo.htm

Caracterização: O sargo é um peixe de corpo oblongo, de cor prateada, apresentando nos flancos listas verticais finas de cor negra, mais ou menos visíveis num total de 9. Tem barbatanas pelvianas de coloração pardacenta e uma mancha em forma de sela sobre o pedúnculo caudal. O sargo comum diferencia-se das outras espécies de sargos – sargo de cabeça preta ou sargo preto da rocha, sargo veado e sargo de lábios grossos – por ser o mais prateado. A dentição é um indicador seguro para a sua identificação: por exemplo, enquanto o sargo comum ou prateado tem 8 incisivos o sargo veado possui 10 a 12.

Habitat: Os sargos preferem, de uma forma geral, viver em zonas litorais, quer em zonas rochosas quer arenosas. Destas preferem as que possuem algas, quer em grande quantidade (florestas destas ou, como são apelidadas por alguns pescadores, “cobertores de algas”), quer mesmo quando resumidas a pequenos tufos. A sua preferência pelas algas explica-se por nelas os sargos encontrarem simultaneamente refúgio dos predadores e grande parte dos seres que constituem a sua alimentação. De uma forma geral, os que vivem nas zonas arenosas são mais claros e normalmente mais pequenos, ao passo que os que vivem em zonas rochosas, dentro de buracos e fendas nas rochas, são espécimes maiores, que aí se mantêm abrigados durante o dia só saindo à noite para se alimentarem.

Reprodução: Quanto à sua reprodução, os sargos são hermafroditas, pois reúnem em si os órgãos reprodutores de ambos os sexos. Atingem a maturidade sexual aos 9 cm de comprimento. Reproduzem-se nos meses de Abril a Junho, pondo ovos que medem aproximadamente 1 mm. O seu tamanho é cerca de 10 cm ao atingirem 1 ano de idade (sarguetas), 14 cm aos 2 anos, 17 cm aos 3 anos e de 19 cm aos 4 anos.

Fonte: http://pescasalgada.no.sapo.pt/sargo.htm

São peixes que se adaptam a qualquer método de cozinhar.

Fonte: http://www.pesca-pt.com/index.php/content/view/52/91/

Pargo

Pargo é o nome vulgar de vários peixes pertencentes às famílias Sparidae, Lutjanidae e Haemulidae.[1] Todas estas espécies têm em comum a forma do corpo arredondada e verticalmente achatada e a presença de dentes caninos.

Na Madeira e nos Açores este nome é usado exclusivamente para a espécie Pagrus pagrus.[2]

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pargo

Encontram-se à venda inteiros ou em postas, quando são de maiores dimensões. Os melhores métodos de cozinhá-los são: – Grelhados no carvão ou assados no forno em cama de cebola e alho francês. fritos em postas finas ou cozidos em postas maiores também são óptimos.

Mero

Existem algumas variedades de Meros. Na Europa existe o Mero do Mediterrâneo enquanto que na América encontra-se desde o Mero Vermelho, Negro e Amarelo. São peixes que raramente ultrapassam os 6 kg de peso. Fresco, mesmo fresco só se encontram nos Países Mediterrânicos. Fora destes é mais comum encontrarem-se congelados. (falamos da Europa).

Estado de conservação

Em perigo crítico

Classificação científica

Nome binomial

Epinephelus itajara

Licht., 182

Métodos de cozinhar: – os mesmos que o Robalo.

BesugoPeixe vulgar, da ordem dos acanthopterýgios

De cor rosada, carne firme e branca, é um peixe que se encontra à venda todo o ano, no entanto é no Outono que é mais saboroso e suculento. A melhor forma de cozinhá-lo é grelhado no carvão. São ppeixes hemafroditas.A maioria, quando nascem são do sexo feminino transformando-se em machos numa fase posterior da sua vida. Medem entre os 20 e os 40 cm e podem pesar até cinco quilos.

A desova dá-se no Verão e no Outono. Nas águas mais a Norte, a desova começa mais tarde; enquanto que nos mares mais a Sul, realiza-se mais cedo.

Salmão

O salmão leva uma vida que tem tanto de misteriosa como de esgotante. Nasce na água doce e passa grande parte da vida no mar, sem se saber exactamente onde. Volta à água doce para desovar, cobrindo longas distâncias, subindo rios, enfrentando as suas correntes tumultuosas; viagem assaz esgotante, que para muitos deles  é fatal. Na viagem de regresso ao mar vêm esgotados, e não será a melhor altura para nos banquetearmos com ele. O Salmão tem  a Classificação científica seguinte: Reino: – Animalia;

O Salmão Escocês ou Irlandês, nos meses de Maio, Junho ou Julho, tem fama de ser o melhor Salmão do mundo. Os Salmões da Noruega ou da Gronelândia também são óptimos. Entre as variedades da Costa Canadiana e do Oeste Norte-Americano, o mais saboroso é o Salmão Real, de carne vermelha.

O salmão quando está realmente fresco, entre as camadas de carne apresenta uma substância cremosa que coalha ao cozinhá-lo. Não se devem comprar as postas que estejam com uma cor acinzentada, moles, oleosas ou aguadas.

Devemos calcular entre 170 a 225 g por pessoa.

O melhor método de cozinhar: – inteiro, num recipiente grande onde ele caiba sem enrolar, escalfá-lo num caldo curto em lume brando. A pele retira-se com cuidado, de uma só vez, depois de cozido. O salmão quente é melhor com um molho holandês, mousselina, manteiga branca, molho de lagosta ou simplesmente uma manteiga derretida, com ou sem a adição de ervas aromáticas.

Truta Salmonada

Esta truta, semelhante ao salmão é um peixe que combina o melhor do salmão e da truta: tem a textura da truta, que é menos densa e mais suculenta que o salmão, e o sabor e aroma excepcional deste, unidos à sua carne cor-de-rosa-pálido. Normalmente é mais pequena que o salmão (cerca de2,5 kg), embora existam exemplares que chegam a atingir4,5 kgou mais; razão pela qual é mais fácil cozinhar inteira do que o salmão.

Esta truta, vai ao mar alimentar-se e volta à água doce para desovar.

É de cor prateada, tem a cabeça mais pequena do que o salmão e não tão pontiaguda. Tem umas manchas escuras em forma de X nos opérculos que fecham as guelras.

Devemos comprá-las de preferência na Primavera e no Verão, quando são mais saborosas e suculentas.

Cozinham-se da mesma forma que o salmão e utilizam-se os mesmos molhos.

Truta  

A truta Arco-íris é a truta que mais aparece nas listas dos restaurantes, pois devido ao seu tamanho é a dose ideal para uma pessoa, além de que são as mais produzidas em viveiro. Esta truta de viveiro chega a atingir 1,5 kg a 2 kg; resiste bem à congelação. Por vezes as maiores, têm um tratamento especial para lhes dar uma cor rosada à carne. No entanto esse tratamento não lhe retira qualidades, antes pelo contrário. Se as encontrar à venda vale a pena comprá-las.

A truta comum, de cor castanha com manchas vermelhas e cinzentos-escuros é deliciosa. É pena que não se encontrem à venda e só os familiares dos pescadores desportivos, normalmente é que têm acesso a elas. No entanto na América, a truta comum proliferou bastante desde a sua introdução no país, nos finais do século dezanove e hoje é bastante popular.

Quando se limpam as trutas, devemos limpá-las e secá-las, mais do que lavá-las. Tirar as guelras, mas deixar a cabeça. Depois de cozidas, se se desejar pode-se retirar a pele inteira com cuidado. São boas quer escalfadas num caldo rápido, grelhadas, fritas, au meunière, no forno ou ainda fumadas num utensílio caseiro. Na Suécia fervem as trutas em muito pouca água salgada e servem-nas com manteiga.

Sobre JNascimento

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