Não é preciso gostar de Charlie para ser Charlie


Aventar

Surgem, em muitos media – e aqui também -, numerosos textos, sérios e interpelantes uns, grosseiros e ressabiados outros (Sinel de Cordes, a malta não te evita por seres um ousado provocador, mas porque, as mais das vezes, não tens piada).

Por mim, não vejo o problema nem tenho reservas em estar com todos os que são “Charlie” e não lhes vou, sequer, perguntar se conheciam o Charlie que dizem ser. Entendo que, sejam quais forem as opiniões que tenham sobre a revista, as pessoas sentiram o perigo da situação e o tiro no peito da liberdade. E é este ponto, penso eu, que leva a esta quase unanimidade na condenação inequívoca do atentado e na onda de solidariedade que se levantou.

É que o direito à liberdade de expressão não é dos jornalistas: é de todos nós. E como tal foi sentido. Muitos dos que mostram a sua solidariedade…

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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