A ministra e as escutas


VAI E VEM

Paula Teixeira da Cruz e as escutas

Lê-se e não se acredita! A ministra de Justiça admite que as escutas estão descontroladas! E previne-se: fala para o telefone “como se fosse para um gravador”. Inacreditável, de facto!

Contudo, a afirmação da ministra, em resposta ao Expresso sobre as escutas, não teve contraditório.

A ministra admite implicitamente que qualquer pessoa pode ser escutada. O melhor então será não falar ao telefone. A ministra que dizia que “acabou a impunidade” afinal tolera e cauciona a impunidade de quem autoriza e realiza escutas indiscriminadamente, O Ministério Público e a Polícia Judiciária, devem uma explicação ao País. E se a ministra  não se importa de ser escutada, e pelos vistos até acha graça a que lhe gravem as conversas, talvez tenha errado a vocação: mude-se para uma rádio.

O primeiro-ministro não tem nada a dizer sobre a permissividade da sua ministra?

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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