S. Valentim na tasca


Aventar

Ontem foi dia da ponte aérea da bifana, missão cujo objectivo é assegurar que a bifana vai a Maomé, que neste caso – não disparem! – é o meu pai.

Era dia de S. Valentim e apanhei a taberneira a perguntar a um dos fregueses do costume:

– Então, compraste um ramo de flores para a tua mulher?

– Flores? Comprei-lhe foi um ramo de couves para o caldo verde!

Como ela não achou graça, e ela é uma mulher que retalia quando não acha graça, ele completou logo, já sem bazófia, todo sentimental, e quase num sussurro:

– E um anel dos chineses, pronto. Daqueles que têm uma pedrinha.

Como ela gostou da resposta, encheu-lhe o copo e sorrimos todos.

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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