Ser actriz no país da austeridade, por Luisa Ortigoso


Para além de todos os direitos que foram roubados aos trabalhadores portugueses que devem ser repostos, os portugueses, ou melhor, a maioria dos portugueses, o que mais quer é a Democracia de volta.

Abril de Novo Magazine

2 Série“Ser no país da austeridade”

COISAS DO GLAMOUR

Quando aos 12 anos, numa reunião de família, me perguntaram o que queria ser no futuro, respondi com a certeza da adolescência: “Actriz, vou ser actriz!”. Toda a gente se riu. E eu resolvi que nunca mais ia falar sobre o assunto. E não falei.

O cheiro do teatro colava-se a mim de uma forma que tornava o caminho inevitável.

Quando aos 20 anos me estreei como actriz profissional, senti-me uma menina na véspera de Natal. Que emoção. Que felicidade. O teatro, as palavras partilhadas, os espectáculos, o público. A vida.

Tirando o facto de ter uma profissão que eu considerava “especial”, nada me separava de qualquer outro cidadão profissionalmente activo. Tinha um salário, os direitos de qualquer outro trabalhador (direito a baixa por doença, licença de parto, subsídio de desemprego em caso de necessidade…). Tudo estava certo.

Um…

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