Quando a banca esmaga os seus trabalhadores e o Estado assina a sua execução


E o povo continua a não perceber!

Abril de Novo Magazine

“Já não aguento mais, não consigo. Tornei-me numa pessoa execrável, nem me reconheço. Acordo a meio da noite a chorar, tenho ataques de pânico, não durmo sem comprimidos! Nem sei como o meu marido me atura assim. Há dois anos. Acordo, levanto-me da cama e estatelo-me no chão.

Todos os dias entro ali, sorrio. De cada vez que o telefone toca acho que vai ser nesse momento. De cada vez que o meu director olha para mim, acho que me vai despedir. De cada vez que chama um de nós acho que vai ser despedido.

Não aguento. Estou sempre a pensar que me vão fazer alguma.

Por 832 euros por mês estou nisto há dois anos. Sem aumentos há 7.

Perdi tanta coisa. Há um ano perdi um filho. Tenho 44 anos e estou reduzida a isto. Nunca mais vou conseguir engravidar. Perdi o meu filho por estar assim e…

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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