Doenças RARAS! Afinal, que apoios?


Mais um, dos vários bons textos com que a amiga nos brinda. Só me resta agradecer, não só pela informação que nos é transmitida, mas, e sobretudo pela sensibilidade com que a transmite. A minha amiga, faz parte daquele grupo, felizmente bem mais vasto do que o das doenças raras, de pessoas raras que me fazem acreditar que a humanidade não está totalmente perdida.

pamarepe

Paula PedroOlá caros leitores!

Recentemente solicitaram-me para escrever algo sobre DOENÇAS RARAS, com enfoque especial nas componentes psicológica, emocional, social… enfim, um artigo de sensibilização, sem complicados argumentos científicos, de modo a que todos, sem excepção, pudessem mais facilmente compreender e sentir a mensagem, nele subjacente.

– Ora bem! Abordar-se doenças, já por si, poderá ser um assunto nada agradável na opinião de alguns, quanto mais, tratar-se de Doenças Raras!(?)… Alguns, como que, “fugirão a sete pés”, pois pensam que tais infortúnios, sendo raros, como o próprio nome indica, só acontecem aos outros; outros, quiçá(?), reter-se-ão nesta leitura, numa atitude apreensiva, do género: – vamos lá ver então, o que é que aí vem de novo (se é que vem?!), já que na literatura disponível, predominam artigos de cariz meramente científico; e finalmente, outros, a bem dizer, se puderem ou tiverem condições para tal, esmiuçarão cada palavra deste…

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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