A minha viagem aos Açores


tempestadideias

A minha viagem aos Açores

Apetece-me sentar neste muro. Olhar o infinito, no infindo espaço entre a  minha memória e o presente que vivo.

A felicidade, como o Saramago dizia, é egoísta, é um espaço só nosso onde cabem as nossas boas memórias e as nossas alegrias constantes, a harmonia, a que também ele definia, é onde cabe tudo em paz. E neste espaço, neste arquipélago que tive o prazer de conhecer e fotografar, conheci essa paz. O bucolismo dos locais é-me desconfortável, transporta-me a lugares da minha memória que não gosto de percorrer, a escombros de pérfidos momentos, mas é aí que encontro a paz que me potencia a harmonia. Não sou harmonioso a correr, não tenho harmonia na voz, contudo encontro a paz nas palavras. Nas que escrevo e nas que penso.

Os locais inabitáveis, escondidos do nosso quotidiano, são todos os que mais me disparam. Nunca me imagino a viver neles, nunca…

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Sobre JNascimento

Kota amante da boa mesa e da boa música
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